Corridas Históricas: GP do Canadá de 1986

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Grid de largada:

1 Nigel Mansell Williams/Honda 1’24.118
2 Ayrton Senna Lotus/Renault 1’24.188
3 Nelson Piquet Williams/Honda 1’24.384
4 Alain Prost McLaren/TAG 1’25.192
5 René Arnoux Ligier/Renault 1’25.224
6 Keke Rosberg McLaren/TAG 1’25.533
7 Gerhard Berger Benetton/BMW 1’26.439
8 Jacques Laffite Ligier/Renault 1’26.447
9 Riccardo Patrese Brabham/BMW 1’26.483
10 Derek Warwick Brabham/BMW 1’27.413
11 Michele Alboreto Ferrari 1’27.495
12 Thierry Boutsen Arrows/BMW 1’27.614
13 Alan Jones Lola/Ford 1’28.058
14 Patrick Tambay Lola/Ford 1’28.095
15 Teo Fabi Benetton/BMW 1’28.102
16 Johnny Dumfries Lotus/Renault 1’28.521
17 Philippe Streiff Tyrrell/Renault 1’28.639
18 Stefan Johansson Ferrari 1’28.881
19 Martin Brundle Tyrrell/Renault 1’29.111
20 Alessandro Nannini Minardi/Motori Moderni 1’29.653
21 Andrea de Cesaris Minardi/Motori Moderni 1’29.854
22 Jonathan Palmer Zakspeed 1’30.005
23 Piercarlo Ghinzani Osella/Alfa Romeo 1’31.479
24 Huub Rothengatter Zakspeed 1’32.113
25 Christian Danner Osella/Alfa Romeo 1’41.436

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Nigel Mansell emplaca em Montreal a 2ªvitória seguida em 1986

Após conquistar a vitória no GP da Bélgica o piloto Nigel Mansell estava disposto a mais nessa temporada, Com 18 pontos no campeonato o Leão foi a luta no GP do Canadá e marcou a pole position (a primeira dele na temporada), Ao seu lado largaria o Brasileiro Ayrton Senna com a Lotus-Renault, na segunda fila alinhados Nelson Piquet com a Williams e Alain Prost com Mclaren-Porsche e na terceira fila René Arnoux com a Ligier-Renault e Keke Rosberg com Mclaren-Porsche, A corrida seria disputada numa linda tarde de céu azul e calor em Montreal.

Os 25 pilotos iriam para a volta de apresentação já que Partick Tambay acabou se acidentando no Warm Up e acabou tendo uma lesão na perna e dessa forma ficando impossibilitado de correr. Danner sairia dos boxes e Jonathan Palmer teve problemas e também sairia atrasado. Na largada Mansell se manteve em 1º com Senna em 2º, Prost assumiu o 3ºlugar de Piquet e Arnoux e Rosberg brigavam pelo 5ºlugar, acabou curvas depois Rosberg assumiu o 5ºlugar. Mansell já disparava na frente de Senna que começava a segurar Prost, Piquet, Rosberg, Arnoux e entre outros, mas principalmente esses 4. Prost tentou passar Senna no começo da 2ªvolta, mas sem sucesso. Palmer só saiu dos boxes depois de uma volta completada dos lideres.

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Depois de uma volta a classificação era a seguinte: Mansell, Senna, Prost, Piquet, Rosberg, Arnoux, Berger, Patrese, Alboreto, Johansson.

Enquanto Prost tentava passar Senna, Rosberg passou Piquet e assumiu a 4ªposição que viria pra cima do Prost que estava para cima de Senna, um começo de corrida brilhante de corrida.

Na 5ªvolta Prost passou Senna que tentando resistir passou por cima da Zebra alta, Senna com isso acabou perdendo muito equilíbrio do carro e com isso perdendo posição para Rosberg, Piquet e Arnoux com muita facilidade e acabou caindo de 2º para a 6ºposição e com isso Prost e Rosberg começaram a impor um ritmo fortíssimo, mais forte que a Williams de Piquet e de Mansell que abriu uma considerável vantagem em cima dos dois Mclaren provenientes da vantagem que Mansell abriu de Senna nas primeiras voltas. Duas voltas depois Senna se estabilizou e começou a acompanhar a Arnoux.

Com 6 voltas completadas a classificação era a seguinte: Mansell (9:08.98) – Prost a 5,29 – Rosberg a 6,02 – Piquet a 8,62 – Arnoux a 12,31 – Senna a 13,37.

Christian Danner abandonou a corrida do Canadá que seria a última corrida dele na Osella, estaria ele indo para a Arrows-BMW (mal sabia que esse carro era uma outra furada)com problemas de Turbo. Alan Jones fez uma parada precipitada logo no começo da corrida e ficou muito para trás. Enquanto isso Rosberg tentou ultrapassagem em cima de Prost, Mas o Francês segurou a 2ªposição, Patrese rodou no grampo antes da reta dos boxes tentando passar Berger E voltou na frente de Derek Warwick que estreiava no carro da Brabham-BMw no lugar de Elio de Angelis atrapalhando a trajetória do inglês.

Enquanto a Dupla da Mclaren brigava pelo primeiro lugar Piquet fazia a melhor volta da corrida com 1:27.948 – Média de 180.516 km (112.167 Mph), Enquanto isso Senna começava a encostar em Arnoux na luta pelo 5ºlugar. Mansell começava a se preocupar que a dupla da Mclaren vinha para cima dele, mas ambos estavam brigando pelo 2ºposto. Classificação após 9 voltas: Mansell, Prost, Rosberg, Piquet, Arnoux, Senna, Johansson, Berger e Alboreto.
De Cesaris foi para a sua primeira parada, uma troca lenta diga-se de passagem. Na volta 13 Rosberg se aproveitou de De Cesaris que era retardatário e assumiu a segunda posição passando a Prost, Rosberg iria para cima de Mansell de forma bastante rápida, Lá atrás Senna passou Arnoux e assumiu o 5ºlugar; Na Volta 15 Rosberg chegou perto de Mansell que teve sua pele salva por que uma Zakspeed acabou atrapalhando Rosberg, Mas seria por pouco tempo pois Rosberg vinha pra cima do Leão e o Finlandês fez na volta 11 a volta mais rápida da corrida – 1:27.918 – Média de 180.577 Km/h (112.206 mph). Fabi abandonou a corrida com problemas de Bateria em seu carro. Classificação após 16 Voltas: Mansell – Rosberg – Prost – Piquet – Senna – Arnoux – Johansson – Alboreto – Berger – Patrese são Os 10 primeiros colocados.

Rosberg chegou em cima de Mansell e foi logo para a ultrapassagem e assumiu a ponta na volta 16 para 17. E de forma esperta não permitiu que Mansell desse o x em cima dele e com isso Rosberg assumia a ponta da corrida e parecia que ele iria disparar na ponta tamanha era a facilidade que a Mclaren dominava a corrida, Prost vinha para cima de Mansell. Nannini deixou a corrida na volta 18 com problemas de motor Motori Moderni (Isso era motor de Formula 1?); Arnoux sofria pressão de Johansson que andava bem rápido e estava disposto a brigar pelo 6ºlugar com a Ligier de Arnoux enquanto isso Mansell voltava para cima de Rosberg para tentar voltar a primeira posição da corrida.

Classificação da corrida após 18 Voltas: Rosberg, Mansell, Prost, Piquet, Senna, Arnoux, Johansson, Alboreto e Laffite. Na volta 21 Mansell se aproveita do Retardatário Jones passa Arnoux e reassumiu o primeiro lugar com Rosberg em 2º e Prost em 3º bem coladinho em Rosberg numa linda corrida até aquele momento. Derek Warwick deixou a corrida com problemas de Motor na volta 22, Depois de Mansell, Rosberg e Prost colados brigando pela ponta Piquet vinha longe deles em 4ºlugar, mas com boa vantagem em cima de Senna e depois de Senna vinha Arnoux em 6º Johansson perto dele tentando passar Arnoux e bem perto Michele Alboreto em 8º, Mansell continuava na ponta com Rosberg por perto em 2º e Prost um pouco longe em 3º isso com 25 voltas completadas. A Classificação em 24 voltas dava o seguinte posicionamento: Mansell (35:50.11) – Rosberg a 00.96 – Prost a 03.13 – Piquet a 19.03 – Senna a 28.83 – Arnoux a 37.00.

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Na volta 26 Rosberg tenta volta a ponta da corrida e pressionava a Mansell numa belíssima briga pela primeira posição. E logo vinham as paradas nos boxes para todos os pilotos. Na volta 27 Rosberg vinha para cima de Mansell, O finlandês tinha a melhor volta da corrida com 1:27.479 – Média de 181.484 Km/h – 112.769 Mph na volta número 19. Mansell conseguiu pequena vantagem quando passou de forma mais rápido a Jonathan Palmer para colocar volta no piloto da Zakspeed, Mas Rosberg não iria desistir e continuava em cima de Mansell. Palmer logo depois de ser ultrapassado pelo lideres o Inglês teve problemas de Motor e deixou a corrida.

Mansell, Rosberg e Prost pegavam muitos retardatários quanto Rosberg foi para a sua primeira parada, que ficou em 13.24 segundos, uma troça de razoável para fraca na volta 29 e Rosberg voltou atrás de Piquet. Mansell na volta 30 foi para os boxes para sua parada que foi boa, mais ou menos 10 a 11 segundos. Já Johansson bateu no muro e abandonou a corrida na volta 31, Alboreto também fez sua parada demorando 10.48 segundos, Na Volta 32 Prost fez sua parada nos boxes, mas a Mclaren demorou demais fazendo uma péssima troca, 19.98 segundos. Com isso a classificação da corrida era: Mansell – Piquet e Rosberg os três primeiros na 32ªvolta. Senna era o Quatro com Prost em 5ºlugar depois da desastrosa parada nos boxes.

Classificação após 31 Voltas: Mansell (46:20.50) – Piquet a 02.03 – Rosberg a 03.06 – Senna a 10.35 – Prost a 15.14 – Arnoux a 21.99. Piquet, Senna e Arnoux não foram para as suas trocas de Boxes. Na volta 34 Senna foi para os boxes que trabalhou muito bem no carro do Brasileiro demorando somente 9.44 segundos. Enquanto isso Dunfries já estava fora da corrida se acidentando com a Lotus-Renault. Na metade da corrida Berger também deixava a corrida com problemas de Turbo em sua Benetton-BMW após largar em 7ºlugar. Piquet na volta 36 fez sua parada, e foi um bom trabalho assim como a do Mansell, por volta de 10 segundos, um pouco mais rápido que Mansell, mas bem pouca coisa. Arnoux era o único a não ter trocado de pneus, seus pneus Pirelli poderiam oferecer uma possibilidade remota de correr a prova inteira com o mesmo pneu que o favorecia na corrida pois Arnoux estava em 5ºlugar, na frente de Ayrton Senna.

Na Volta 36 a classificação era a seguinte: Mansell (52:25.31) – Rosberg a 08.63 – Prost a 23.56 – Piquet a 24.65 – Arnoux a 30.60 e Senna a 34.91. 16 pilotos continuavam na corrida naquele momento.

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Mansell voltava a ficar tranquilo na liderança com Rosberg tentando alcançar o Inglês em 2º com Prost em 3º e Piquet em 4ºlugar que pouco apareceu até aquele momento da corrida. E depois Arnoux em 5º e Senna tentando Chegar em Arnoux para lutar pelo quinto lugar na volta 39. Thierry Boutsen também deixava a corrida na Volta 38 com problemas elétricos (na cadeira elétrica da Arrows-BMW). Enquanto isso Senna chegava em definitivo em Rene Arnoux pela 5ªposição isso na volta 41.

A Classificação em 41 voltas era a Seguinte: Mansell – Rosberg – Prost – Piquet – Arnoux – Senna – Alboreto – Patrese – Laffite e Brundle – Os dez primeiros colocados.

Senna e Arnoux brigavam pau a pau pelo quinto lugar, com ambos fazendo ultrapassagem em retardatários, Senna continuava colado para tentar ultrapassar o Francês veterano que de todas as maneiras não deixava Senna ter uma chance de passar e isso tendo um pneu que foi usado desde da 1ªvolta segurando Senna com um pneu mais novo. Andrea De Cesaris teve problemas de Câmbio e abandonou a corrida. Alboreto estava para tomar uma volta do líder Michele Alboreto na volta 44.

Enquanto Mansell caminhava a passos largos para a segunda vitória na temporada Rosberg tentava alcançar Mansell mas sem sucesso Prost em 3º tinha que ficar de olho em Nelson Piquet que estava começando a pressionar ao Francês. Enquanto isso Piercarlo Ghinzani deixava a corrida com a Sua Osella com problemas de câmbio. Aliás a Osella de Ghinzani que supreendentemente aguentou muito nessa corrida. Classificação após 45 voltas estava assim: Mansell (1:07.11.90) – Rosberg a 12.52 – Prost a 22.40 – Piquet a 23.84 – Arnoux a 44.41 – Senna a 45.65. Na volta 46 Ricardo Patrese com sua Brabham-BMW soltando fumaça com problemas de turbo deixando a corrida.

Piquet partia definitivamente para a Briga na volta 49 pra cima de Prost e acabou conseguindo passar Prost e assumiu o 3ºlugar. Piquet que procurava aparecer no terço final de corrida, ele que pouco apareceu na 2 primeiras partes do GP. Piquet tinha no momento a melhor volta da corrida feita na volta 46: 1:26.475 – Média de 183.581 Km/h – 114.078 Mph. Restando 20 voltas para o Final Piquet ainda tentaria a vitória e teria tempo para isso, com um carro relativamente menos desgastado do que Rosberg, Mansell e Prost isso na teoria, mas na prática veríamos se isso seria realidade.

Restando 18 voltas para o final Rosberg começava a diminuir o ritmo de corrida para poupar combustível até por que ele nunca foi de economizar combustível e começava a Piquet e Prost se aproximar dele para tomar o 2ºlugar do Finlandês. Enquanto isso continuava Senna atrás de Arnoux tentando a ultrapassagem, mas tendo em cima dele Laffite que estava a 1 volta atrás de Senna e Arnoux tentando ajudar Arnoux pressionando a Senna, mas parecia que Laffite tinha mais carro que Arnoux e Senna que estavam na sua frente, a 1 volta na Frente do Veteraníssimo francês de 42 anos de idade.Oycgaw3o

Rosberg já lento na pista para salvar combustível já tinha a pressão de Nelson Piquet e de Alain Prost e provavelmente iria perder a 2ªposição para os dois que tinham preservado mais seus carros. Classificação após 52 voltas: Mansell (1:17:25.43), Rosberg a 20.36, Piquet a 22.00, Prost a 23.57, Arnoux a 1:06.04 e Senna a 1:07.66.

E Na 54ªvolta Piquet conseguiu a ultrapassagem em cima de Rosberg e assume a 2ªposição e logo Prost passa Rosberg para assumir a 3ªposição. Rosberg parecia ter de se contentar com o 4ªlugar após brigar pela ponta a maior parte da corrida, mas mais uma vez ele não soube dosar a sua velocidade com a economia de combustível. Senna nas últimas 14 voltas tentava um ataque final pra cima de Arnoux para buscar o 5ºlugar que parecia ser o máximo que ele podia almejar na corrida do Canadá pela falta de condições de brigar com Mclaren e Williams pela vitória. Classificação após 55 voltas: Mansell – Piquet – Prost – Rosberg – Arnoux – Senna – Alboreto – Laffite – Brundle – Streiff.

Mas Piquet não estava tendo vida fácil pois Prost continuava no cangote de Piquet, buscando o 2ºlugar enquanto isso Mansell passeava nas voltas finais rumo a vitória faltando 11 voltas para o final da corrida. Piquet tinha problemas de pneus e foi para o Box para uma segunda parada, para colocar pneus de classificação literalmente, o time trabalhou muitíssimo bem com uma parada de 7.77 segundos. Piquet tentaria no final voar para buscar posições. Faltando 10 voltas para o Final Senna passou por fora por Rene Arnoux e assumiu o 5ºlugar.
Piquet voltou para a pista e na volta 61 para 62 passou a Keke Rosberg que já estava bem lento para terminar a corrida e assumiu o 3ºlugar e tentaria buscar Prost para ficar em 2ºlugar na corrida.

As últimas voltas só tinha algumas dúvidas, se Piquet teria chance de conseguir se aproximar e passar a Prost e se o Rosberg conseguia terminar a corrida, já que estava bem lento, a mais de 30 segundos atrás de Piquet e com alguma chance de Senna e Arnoux chegarem para passar Rosberg, Mas ambos com o motor Renault, o Beberrão motor Renault teriam de poupar para terminar a corrida e também ficaram lentos. Classificação após 65 voltas: Mansell (1:36:28.46) – Prost (a 21.53) – Piquet (a 39.19) – Rosberg (1:09.94) – Senna (1 Volta) – Arnoux (1 Volta).

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Mansell só levou na ponta dos dedos para a quarta vitória na Carreira e a segunda do Ano. Prost em 2º assumindo a liderança do campeonato que era de Ayrton Senna, Piquet fazendo a melhor volta da corrida terminou em 3º, Rosberg em 4º tendo de poupar combustível no final da corrida e terminando muito atrás dos 3 primeiros. Senna em 5º e Arnoux em 6º com a Ligier que teve Jacques Laffite em 7º andando muito na parte final da corrida. Alboreto, Brundle, Jones, Streiff e Rothengatter completaram a lista os 12 pilotos que chegaram ao final da corrida. Prost terminava a 6ªetapa como Líder com 29, Senna e Mansell com 27 dividiram o 2ºlugar, Piquet chegava a 19 e Rosberg a 14 eram os 5 primeiros colocados da temporada restando 10 corridas para o final do Certame, numa das mais belas corridas da temporada de 86.

Resultado Final do GP do Canadá de 1986

Fotos:

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Fonte das Fotos: Bestlap, Formel1mic

Texto: Deivison da Conceição da Silva

Dakar dia 1 Comentários e Resultados (Carro e Moto)

Resultado da Categoria Motos

Apesar da queda durante o primeiro estágio o Espanhol Bortjoan Barreda com a Honda venceu com Marc Coma a 37 segundos atrás em segundo e Cyril Despres em 3ºlugar, Duglos em Quarto com a Sherco e Paulo Gonçalves. Já os primeiros terminaram entre os 30 primeiros com Jean Azevedo em 25º e Julio de Souza em 29º

Estágio 1:  Rosário até San Luiz – 180 km

1. 3 Bortjoan Barreda (Espanha) HONDA 2:25.31
2. 2 Marc Coma (Espanha) KTM 2:26.08
3. 1 Cyril Despres (França) YAMAHA 2:27.11
4. 22 Alain Duglos (França) SHERCO 2:27.27
5. 10 Paulo Goncalves (Portugal) HONDA 2:27.56
6. 5 Francisco Lopez Contardo (Chile) KTM 2:28.55
7. 23 Juan Pedrero Garcia (Espanha) SHERCO 2:29.18
8. 17 Michael Metge (França) YAMAHA 2:30.04
9. 18 Sam Sunderland (Inglaterra) HONDA 2:30.04
10.21 Alessandro Botturi (Itália) SPEEDBRAIN 2:30.19
11.32 Ben Grabham (Austrália) KTM 2:30.21
12.8 Ruben Faria (Portugal) KTM 2:30.42
13.9 David Casteu (França) KTM 2:31.03
14.4 Jordi Viladoms (Espanha) KTM 2:31.22
15.24 Gerard Farres Guell (Espanha) GAS – GAS 2:32.08
16.6 Olivier Pain (França) YAMAHA 2:32.18
17.19 Stefan Svitko (Eslovâquia) KTM 2:32.28
18.12 Frans Vergoeven (Holanda) YAMAHA 2:32.29
19.14 Javier Pizzolito (Argentina) HONDA 2:33.40
20.15 Jakub Przygonski (Polônia) KTM 2:33.54
21.36 Mario Patrão (Portugal) SUZUKI 2:33.55
22.7 Helder Rodrigues (Portugal) HONDA 2:34.29
23.26 Daniel Gouet (Chile) HONDA 2:34.36
24.38 Israel Esquerre (Chile) SPEEDBRAIN 2:35.20
25.29 Jean de Azevedo (Brasil) HONDA 2:36.12
26.16 Ivan Jakes (Eslovâquia) KTM 2:36.13
27.30 Riaan van Niekerk (Africa do Sul) KTM 2:36.45
28.27 Marc Guasch (Espanha) GAS – GAS 2:37.10
29.37 Dario Julio de Souza (Brasil) HONDA 2:37.18
30.47 Pablo Quintanilla (Chile) KTM 2:38.33

Carros

Surpresa nos carros com a Vitória dos portugueses Carlos Souza e Miguel Ramalho com o Haval, Orlando Terranova e Paulo Fiuza com o Mini ficaram a 11 segundos dos vencedores do primeiro estágio nos carros. Nasser Al-Attiyah principe do Catar e Lucas Cruz ficaram em 3º, Peterhansen que tenta seu 12ºtítulo ficou em 6ºlugar, Já as duplas Brasileiras tiveram um bom dia, Guilherme Spinelli (Brasil) / Youssef Haddad (Brasil) ficaram em 14º e Reinaldo Marques Varela (Brasil) / Gustavo Gugelmin (Brasil) em 21º.

Classificação do primeiro estágio

1. 306 Carlos Souza (Portugal) / Miguel Ramalho (Portugal) HAVAL 2:20:36
2. 307 Orlando Terranova (Argentina) / Paulo Fiuza (Portugal) MINI 2:20.47
3. 301 Nasser Al-Attiyah (Catar) / Lucas Cruz (Espanha) MINI 2:21.23
4. 304 Nani Roma (Espanha) / Michel Perin (França) MINI 2:21.51
5. 303 Carlos Sainz (Espanha) / Timo Gottschalk (Alemanha) BUGGY 2:24.39
6. 300 Stephane Peterhansel (França) / Jean Paul Cottret (França) MINI 2:24.57
7. 309 Krzysztof Holowczyc (Polônia) / Konstantn Zhiltsov (Rússia) MINI 2:24.57
8. 315 Christian Lavieille (França) / Jean-Pierre Garcin (França) HAVAL 2:26.18
9. 323 Leeroy Poulter (África do Sul) / Robert Howie (África do Sul) TOYOTA 2:26.33
10.325 Erik Van Loon (Holanda) / Wouter Rosegaar (Holanda) HRX 2:26.38
11.330 Federico Villagra (Argentina) / Jorge Perez Companc (Argentina) MINI 2:26.45
12.326 Erik Wevers (Holanda) / Fabian Lurquin (Bélgica) HRX 2:28.25
13.314 Vladimir Vasilyev (Rússia) / Vitaliy Yevtyekhov (Ucrânia) MINI 2:28:36
14.310 Guilherme Spinelli (Brasil) / Youssef Haddad (Brasil) MITSUBISHI 2:30.24
15.316 Pascal Thomasse (França) / Pascal Larroque (França) BUGGY MD RALLYE 2:30.38
16.328 Marek Dabrowski (Polônia) / Jacek Czachor (Polônia) OVERDRIVE 2:31.17
17.327 Emiliano Spataro (Argentina) / Benjamin Lozada (Argentina) RENAULT 2:31.18
18.334 Adrian Arturo Yacopini (Argentina) / Marco Scopinaro (Argentina) BMW 2:31.39
19.342 Aidyn Rakhimbayev (Cazaquistão) / Vladmir Demyanenko (Rússia) OVERDRIVE 2:32.00
20.321 Patrick Sireyjol (França) / Francois-Xavier Beguim (Bélgica) BUGGY 2:32.08
21.336 Reinaldo Marques Varela (Brasil) / Gustavo Gugelmin (Brasil) MITSUBISHI 2:32.51

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Especial – Automobiles Gonfaronnaises Sportives (AGS)

1986

Em 1986 a AGS surgiu na Formula 1 após uma Razoável trajetória na Formula 2 e na Formula 3000, Com o seu primeiro carro feito para correr na Formula 1. O JH21, Mas que causou curiosidade da imprensa e da Formula 1 por ser um carro feito em sua boa parte em Madeira. A Estrutura da Equipe era bastante modesta, em um fundo de Garagem e o Carro foi feito artesanalmente. Ele correria na Itália e em Portugal com os Motores Motori Moderni e seu piloto seria o Italiano Ivan Capelli.

No GP da Itália Capelli classificou em 25º no Treino de Classificação, Na Corrida ele acabou abandonando por problemas de Pneus na Volta de número 31 por causa de um furo de Pneu. Em Portugal novamente classificou em 25º no Grid de largada, Mas problemas de transmissão fizeram Capelli deixar a corrida com apenas 6 voltas disputadas, por causa da Falta de dinheiro para levar seus equipamentos para México e Austrália, A Automobiles Gonfaronnaises Sportives (AGS) decide não correr as corridas finais e de dedicar seus esforços para a temporada de 1987.

Semanas antes da Estreia do AGS na Formula 1 Didier Pironi Fez testes pelo time Francês, mas não pode correr, Pironi Sentiu que não tinha mais ritmo para ser piloto de Formula 1.

Fotos:





Temporada de 1987

Em 1987 o Time iria finalmente começar sua primeira temporada completa de Formula 1, Com a proibição dos motores Turbo a partir da Temporada de 1989, a AGS trocou os fraquíssimos motores Motori Moderni pelos Simples e Funcionais motores Ford DFZ, O piloto seria o Desconhecido Francês Pascal Fabre que teve alguns resultados na Formula 3000.

O Campeonato começa e pelo que se viu o JH22 que era na Verdade o Renault RE40 de 1983 não era páreo aos seus concorrentes mais diretos. (Minardi e Osella). Mas conseguia ser um carro bastante confiável. Completando todas as 7 primeiras corridas do ano, Mas sempre com várias voltas atrás do Vencedor, mesmo sendo competente para levar o carro até o Final das corridas, Fabri ela muito Lento. Muito lento mesmo, Tanto é que na Segunda metade de temporada a Osella inscreveu um carro e a Coloni inscreveu um carro a AGS não conseguiu Classificação para Três corridas (Itália,Portugal e México).

Depois disso a AGS dispensou Fabre e Colocou em seu lugar o Brasileiro Roberto Pupo Moreno que fez as duas corridas finais (Japão e Austrália) E ficou bem claro que Moreno era muito mais Rápido que Fabre Tanto é que Moreno no GP da Austrália fez uma brilhante corrida Chegando em 7ºlugar, a 3 Voltas do Vencedor, Só que a equipe comemoraria mais ainda esse Resultado pois Senna foi Desclassificado, o seu carro tinha equipamentos fora do Regulamento, isso fez que Moreno ficasse em 6ºlugar marcando o primeiro ponto do time na Formula 1, com isso a AGS fechava o ano em 11ºlugar junto com March e Ligier. Com isso a AGS teria privilégios com o Transporte de seus carros para 88, E chegariam patrocinadores para a próxima temporada por causa desse resultado.

Fotos:





Temporada de 1988

Com o ponto conseguido por Moreno na temporada de 1987 a AGS teve mais dinheiro para a temporada de 1988, tudo indicava que Moreno seria o piloto da AGS para 1988, mas acabou que Streiff, saído da Tyrrell e com alguns patrocinadores acabou tomando a Vaga de Roberto Moreno, que mais uma vez colocava só um carro na pista. O novo carro da AGS o JH23 com o Motor Ford Cosworth DFZ aspirado tinha a missão de melhorar o desempenho do ano de 87, ou seja, somar mais pontos.

De fato a Temporada da AGS foi muito boa mesmo, seu carro era muito bom para os padrões do time Francês, prova isso que ela classificou para todas as corridas da temporada de 1988, Destacando-se em Mônaco onde ele teve o 12ºlugar no Grid de largada, 10º no Canadá e 11º nos Estados Unidos. Mas o Carro quando começava a a chegar perto dos pontos, a AGS de Streiff terminou apenas 6 corridas, a melhor delas foi em Suzuka fazendo um 8ºlugar e o 9ºlugar em Estoril. Mas os pontos que o time tanto almejava não vieram e a AGS terminou o ano no 0 de novo, uma pena, pois o carro tinha sim potencial para pontuar sim em 1988. As esperanças do time estavam voltadas para 1989.

Fotos:




Temporada de 1989

Em 1989 o time queria ter o carro e o desempenho de 88, mas queria esquecer os decepcionantes resultados que teve em 88, para isso a equipe mantém o chassi JH23 que para o time ainda tinha um bom potencial de corrida para ser tirado dele e a novidade foi a proibição dos motores turbo que deixaria a distância entre as equipes que tiveram motores turbo aos aspirados menor. isso dava esperança de mais pontos para a AGS no ano de 1989 e também pela primeira vez desde da criação do time eles teriam dois carros no campeonato como todos os times (Com Exceção da Eurobrun) do campeonato.

Os pilotos seriam Phillipe Streiff e o Alemão Joachim Winkelhock, Seriam por que Phillipe Streiff sofreu um gravíssimo acidente que o deixou paralítico. Com isso em Jacarepaguá o time tentou classificação só com Winkelhock, que fracassou nessa tentativa, Agora era que a AGS tinha que tentar substituir Streiff, mas encontrar um piloto a altura de Streiff pelo menos. Eles acharam, Era Gabriele Tarquini que iria correr pela First, mas por causa da First ter sido reprovado pelo Crash Test da FIA e com isso ele ficaria a pé, mas a partir de Imola ele teria a missão de levar a AGS na Frente, e logo em sua primeira corrida na Frente da AGS ele classifica o carro na 18ªPosição, e termina a corrida numa ótima 7ªPosição, a melhor posição da equipe desde do GP da Austrália de 1987.

Em Mônaco as coisas seriam melhores, Tarquini classificou em 13ºlugar no Grid de largada, E Tarquini vinha numa excelente 5ªPosição na corrida e podendo ser o 4ºcolocado até que seria um desempenho espetacular para a AGS, mas um problema elétrico na volta 46 acaba com aquela que poderia ser a melhor corrida da AGS em toda a sua história.

Mas a AGS na corrida seguinte conseguiu o que tanto procurava, marcou um ponto com Tarquini no GP do México, após uma 17ªposição no Grid de largada. A AGS com o 6ºlugar de Tarquini conseguia seu segundo ponto na temporada e tinha esperanças de continuar a disputar as classificações e não ser rebaixada para a pré-classificação. Em Phoenix Gabriele Tarquini se classificou em 23º e chegou perto de pontuar de novo e ficou em 7ºlugar, O time teve mais duas classificações, No Canadá e na França, mas Tarquini não terminou nenhuma das duas corridas.

A AGS já via que o JH23 estava ficando ultrapassado e, portanto o time Resolveu colocar o JH24 na pista no GP da Inglaterra, Também o time trocou um dos seus pilotos. Winkelhock que se quer classificou para uma qualificação cedeu seu lugar para o Francês Yannick Dalmas que estava na Lola. Com Dalmas e o novo carro a AGS deveria ter dado um salto de qualidade, Mas o que se viu que nem sempre um novo carro era sinônimo de melhora, pelo contraio o Time teve seu desempenho piorado, e Tanto Tarquini, tanto Dalmas ficaram batalhando feito loucos, Mas nem isso fez com que a AGS passasse nem da Pré-Classificação que a AGS tinha caído devido ao seu desempenho não ter sido suficiente para não rebaixar ela o Pré-Qualify.

E isso piorou a situação do Time que não correu mais nenhuma corrida da temporada. Se serve de consolo a AGS terminou em 16ºlugar com 1 ponto marcado e com uma lição, em time que se ganha, não se mexe, e em carro que dava certo também. O time, uma das peças estava errada e o time fez certo em Trocar, mas o carro a AGS deve se arrepender até hoje de ter feito o JH24, um carro que era pra ser esquecido.

A AGS no final de 1989 o time testou os motores MGN W12, criação de Guy Negre, na pista de Grand Sambuc, o motor se mostrou tão bom que a AGS preferiu ficar com os Ford Cosworth DFR para 1990.

Fotos:






Temporada de 1990

Depois de 1989 a AGS perdeu muitos patrocinadores e estava em crise financeira, mas mesmo assim continuava na Luta para a temporada de 1990, pra isso manteve a dupla de pilotos: Gabriele Tarquini e Yannick Dalmas, e faz um novo chassi, o JH25 projetado por Michel Costa e mantém os simples e convencionais motores Ford DFR V8, esse seria o conjunto que a AGS confiava para que o time melhorasse e que não fizesse o fiasco da segunda metade de 1989.

Mas começou a temporada já com uma dupla não classificação nos Estados Unidos, No Brasil Dalmas conseguiu largar, em 26ºlugar, mas abandonou a corrida na volta 26, com problemas de suspensão. A partir dai o time fica quatro corridas ainda na pré-qualificação com os dois carros, só conseguindo passar de novo para o Grid de novo em Paul Ricard, na França, com Yannick Dalmas, em 26º lugar, Dalmas conseguiu terminar em 17ºlugar á 5 Voltas do Vencedor.

Tarquini classificaria o carro em Silverstone na 26ªposição no grid de largada, Não completando com problemas de motor na volta 41.

Na segunda parte da temporada a AGS teve uma pequena melhora, isso se deve a Saída da Onxy que brigava pau a pau com a AGS para ver quem poderia largar para as corridas. já que Coloni, EuroBrun e Life eram desprezíveis para o nível da formula 1. Se a AGS pelo menos teve um alento de ter pontuado em 1989, em 1990 nem isso, O time ainda sim classificava com apenas um carro por grid e por vezes não conseguia isso com nenhum dos dois carros. Em Jerez o time conseguiu classificar com 2 carros, Tarquini em 22ºlugar e Dalmas em 23º, e acabaria sendo essa a melhor corrida da AGS no ano, Dalmas completaria a corrida chegando numa respeitada 9ªposição a apenas uma volta do Vencedor.

Mas o ano termina com apenas Nove corridas feitas em 31 corridas em que ela participou e seu melhor resultado foi com o Dalmas na Espanha em 9ºlugar. A AGS não marcou nenhum ponto se quer e isso complicou ainda mais as condições financeiras que já eram delicadas ficaram piores com esse retumbante fracasso.

Fotos:






Temporada de 1991

A AGS já em crise financeira muito grave iria para 1991 tentando se reencontrar aos bons momentos de 1988 e parte de 1989, para isso mantém Gabriele Tarquini, E contrata Stefan Johansson para ser o Segundo piloto. Mas o time mantém seu motor Ford DFR V8 e mantem o JH25 mais por falta de dinheiro para fazer um novo Chassi.

Na primeira corrida do Ano em Phoenix Tarquini conseguiu colocar o carro no Grid, largando em 22ºlugar e chegando numa respeitável 8ªPosição, a 4 voltas do Vencedor da corrida. No GP do Brasil Tarquini consegue de novo passar para o Grid, na 26ªPosição, infelizmente para a AGS o carro tem problemas na suspensão e nem completou a primeira volta.

Apesar de Johansson não passar do Grid em nenhuma das vezes a AGS estava otimista, mas em busca de melhores resultados, o time demite Johansson e contrata o italiano Fabrizio Barbazza que vem com algum dinheiro também, por que o time estava com problemas financeiros. Apesar da Não classificação para o GP de San Marino, a AGS consegue classificação com o Tarquini de novo para Mônaco, largando em 20ºlugar, tentaria os pontos que escaparam das mãos dele em 1989. Mas esse sonho acabou em 9 voltas, o Câmbio traiu o piloto Italiano que deixou a corrida. Mas a AGS mal sabia que essa seria a última vez que eles teriam a chance de correr na corrida. Pois as outras corridas tanto Tarquini, tanto Barbazza não conseguem se classificar para o Grid.

Depois de Silverstone, o time cai para o Pre-qualify e dai ficou impossível a classificação para a corrida. A AGS num Desespero final Lança o JH27 a partir do GP da Itália: O resultado foi que o carro não era muito melhor que o seu antecessor, e continuavam os pilotos não se classificando. Depois do GP de Portugal, Tarquini acaba saindo da AGS para ir a Fondmetal, um time que vinha melhor das pernas do que a AGS, para seu substituto o time contrata o recém demitido da Fondmetal, Olivier Grouillard, Mas nada disso mudou. A AGS não participa das últimas corridas da Temporada e termina a sua trajetória na formula 1 com um Histórico pouco respeitado na Formula 1, Mas teve alguns momentos dignos.

Fotos:







Hoje a AGS é uma escola de Cursos de pilotagem para várias categorias e para vários níveis de pilotagem. http://www.agsformule1.com

Estatísticas da AGS

Corridas: 124 (Largou em 47 Gps)
Pontos: 2
Melhor posição de Grid de largada: Phillipe Streiff (Canadá) 10º
Melhor Posição de corrida: 6ºlugar (Austrália – 1987 e México de 1989) Com Roberto Moreno e Gabriele Tarquini.
Melhor Classificação do Campeonato: 11ºlugar em 1987

Pilotos que correram no time:

Ivan Capelli (Itália)
Pascal Fabre (França)
Roberto Pupo Moreno (Brasil)
Philippe Streiff (França)
Gabriele Tarquini (Itália)
Joachim Winkelhock (Alemanha)
Yannick Dalmas (França)
Olivier Grouillard (França)
Stefan Johansson (Suécia)
Fabrizio Barbazza (Itália)

Fotos:

curso_1 curso_2Fonte das Fotos: Continental Circus, Bandeira Verde, Flickr, Bestlap, Formel1mic

Texto: Deivison da Conceição Da Silva