Avaliação da Sauber em 2016 – Deivison Conceição

Avaliação da Equipe:

Quando terminou 2015 eu achei que a Sauber começaria a ver melhores dias para 2016, A Verba de TV seria maior, seus pilotos estavam motivados depois de um ano aonde tanto Nasr como Ericsson levaram a equipe Suíça de volta a zona de pontuação e os problemas jurídicos que a equipe sofreu no GP da Austrália de 2015 já eram Águas passadas.

Mas acabou que o carro desse ano foi uma carroça em toda a temporada e sem dinheiro para o desenvolvimento do C35 esse carro chegou ao fundo do poço até que na metade do ano um grupo de investidores salvou a história da equipe suíça na Formula 1. A partir dai na segunda metade da temporada finalmente começou a reforçar a equipe e desenvolver o carro de uma maneira decente, Com isso os resultados melhoraram mas só com o carro de Marcus Ericsson que tinha sempre as melhores peças (Furo conseguido através do pessoal do Café com Velocidade que esteve em Interlagos e conseguiu essa informação através de um funcionário da própria equipe) E para Nasr acabava tendo as sobras do carro de Ericsson.

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E quem diria que seria Nasr a marcar os pontos (Com o 9ºlugar no GP do Brasil) que salvaram a Sauber de ter ficado na última posição no Mundial de Construtores. Garantindo 40 milhões de Dólares pelo 10ºlugar conquistado no apagar das luzes da temporada, Mas não é por isso que a temporada foi menos vexatória ou que se deve dizer que essa crise ela é causada pela incompetência da Manager chamada Monisha Kalterborn que desde de quando assumiu a direção da equipe em definitivo em 2012 para 2013 é que a equipe foi ladeira abaixo com decisões equivocadas, Pilotos ruins e sem dedicação, Carros muito mal resolvidos, Orçamentos fracos sendo completados por paydrivers sem qualidades. Ou seja virando quase que uma equipe nanica que precisa de dinheiro desesperadamente para sobreviver. Em termos de desempenho foi a pior equipe da temporada de 2016.

Nota: 2 (Apenas pelos pilotos)

Números:

Números:
GPS: 42
Vitórias: 0
Poles: 0
Pódios: 0
Pontos: 2
Corridas completadas: 33
Corridas completadas na Zona de Pontuação: 1
Voltas lideradas: 0
Melhores Voltas: 0
Número de Voltas Completadas: 2.215

Pilotos:

12. Felipe Nasr (Brasil)
9. Marcus Ericsson (Suécia)

Enquete para a Equipe Sauber

Texto: Deivison da Conceição da Silva
Fotos: Sauber

Avaliação da Renault em 2016 – Deivison Conceição

Avaliação da Equipe:

Quando a Renault assumiu a falida equipe Lotus para a temporada de 2016 se imaginaria que o time iria evoluir rapidamente no decorrer da temporada, Mas esse ano a fábrica francesa preferiu usar esse ano como laboratório (Já que além de um projeto de carro que não teve investimento e um motor ainda muito fraco em relação a Mercedes e Ferrari) e dedicar todas as atenções para a temporada que vem. No meu modo de ver de maneira muito sensata já que é uma equipe com Fundos que não são finitos como as equipes independentes e uma posição ruim nos construtores nesse ano não será um problema para os planos da fábrica francesa para o futuro. E eles começaram bem contratando um piloto a altura de Nico Hulkenberg para comandar o desenvolvimento do time para 2017 aonde já acredito em bons resultados de cara caso o carro e o motor ajude.

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Já Entre os pilotos Magnussen se mostrou muito mais apto do que Jolyon Palmer e por incrível que pareça quem vai ser companheiro de equipe de Nico Hulkenberg vai ser o filho de Jonathan Palmer que não mostrou praticamente a menor condição de estar no Mundial de Formula 1. Era a hora da Renault contratar um 2ºpiloto a nível do Hulkenberg ou pelo menos 1 ou 2 degraus abaixo dele para fazer um supertime em 2017. Infelizmente foi uma bola fora que certamente vai refletir na temporada que vem. Sobre o desempenho da temporada foi o que eu disse nesse texto. O 7ºlugar no GP da Rússia como seu melhor resultado em 2016.

Nota: 3 (A Renault não quis nem saber da temporada, Joga suas fichas a partir de 2017)

Números:
GPS: 42
Vitórias: 0
Poles: 0
Pódios: 0
Pontos: 8
Corridas completadas: 33
Corridas completadas na Zona de Pontuação: 3
Voltas lideradas: 0
Voltas Mais Rápidas: 0
Número de Voltas Completadas: 2.038

Pilotos:

20. Kevin Magnussen (Dinamarca)
30. Jolyon Palmer (Inglaterra)

Texto: Deivison da Conceição da Silva
Fotos: Renault

Avaliação da Haas em 2016 – Deivison Conceição

Avaliação da Equipe:

A Haas demonstrou um desempenho supriedente para a temporada de 2016, Após ter 2 anos de planejamento acabou conseguindo não só corresponder as expectativas como conseguiu superar elas com um inicio avassalador de Romain Grosjean que aproveitou todo o potencial do seu equipamento marcando um 6ºlugar na Austrália e um 5ºlugar no Bahrein naquele que foi o melhor resultado da estreante equipe Norte-Americana.

O Segredo disso foi a parceira com a Ferrari que forneceu o Motor, Câmbio e boa parte do projeto do VF-16 teve uma ajuda da equipe Ferrari ao invés de construir tudo do zero como fez Caterham, Virgin e Hispania na temporada de 2010. Desde da estreia da Toyota em 2002 e da Brawm em 2009 que uma equipe estreante não estreava marcando pontos. Após as primeiras corridas Gene Haas anunciou que no entanto não iria seguir com o desenvolvimento do carro no que era um erro já que o carro começou a ano muito bem. Isso acabou se refletindo durante a temporada quando a Haas sofreu pela inexperiência já que precisava aprender o acerto básico do circuitos e pelos problemas elétricos do carro que poderiam até ter sido consequência da falta de um desenvolvimento maior do Carro de 2016 focando a temporada de 2017.

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O Ponto mais fraco não foi os problemas com o carro, Mas sim o Mexicano Esteban Gutierrez que mais uma vez mostrou sua completa incapacidade em correr na Formula 1, Em 21 corridas enquanto que Grosjean marcou 29 pontos com um carro sem atualizações Gutierrez zera na pontuação ficando atrás de Pascal Wehrlein com a Manor e Felipe Nasr com a Sauber além dos dois pilotos da Renault que tinham carros inferiores ao carro dele, Mas felizmente a Haas não renovou com Gutierrez e colocou em seu lugar o Dinamarquês Kevin Magnussen que foi dispensado pela Renault de forma injustificável. Pode se dizer que a Haas teve um dos melhores desempenhos na sua primeira temporada na Formula 1.

Nota: 7

Números:
GPS: 42
Vitórias: 0
Poles: 0
Pódios: 0
Pontos: 8
Corridas completadas: 34
Corridas completadas na Zona de Pontuação: 5
Voltas lideradas: 0
Voltas mais rápidas: 0
Número de Voltas Completadas: 2.126

Pilotos:

8. Romain Grosjean (França)
21. Esteban Gutierrez (México)

Enquete para a Equipe Mercedes

Texto: Deivison da Conceição da Silva
Fotos: Haas

Avaliação da Toro Rosso em 2016 – Deivison Conceição

Avaliação da Equipe:

Para uma equipe que teve um motor ultrapassado pode-se dizer que a Toro Rosso em sua 11ªTemporada teve um grande desempenho com um belo chassi que acabou compensando toda a falta de potência do motor. Quero restringir meus comentários ao desempenho de Carlos Sainz jr. que mostrou um belo desempenho e ajudou muito a equipe ter obtido bons resultados na temporada inteira mostrando as qualidades do piloto e da equipe durante o ano.

Porque só faço a analise pelo Carlos Sainz jr.? Pelo inédito fato de rebaixarem Daniil Kvyat para a Toro Rosso e promoverem Max Verstappen a Red Bull. Claro que a Filial da Red Bull não tem a ver com a total falta de coerência da equipe Mãe, Mas essa troca acabou afetando também a Toro Rosso poderia sim ter conseguido superar a Mclaren na zona de pontuação caso tivessem mantido a Dupla Sainz/Verstappen na Toro Rosso.

Seria muito melhor para a Formula 1 o Verstappen ter tido mais uma temporada na equipe Filial e a sua subida para a Red Bull em 2017 seria aplaudida ao invés de ser criticada. Não importa o que ele fez no ano quando pegou o RB12! Um erro não deixa de ser um erro e vai continuar sendo um erro em 2016, 2017 e sempre. Não é assim que a Red Bull deve agir com o esporte. Eu já antecipo aqui que a Red Bull vai levar o meu 0 por tudo que fez de ruim para a ética esportiva nesse ano.

Sobre o Kvyat, ele sentiu terrivelmente o Golpe que sofreu e certamente 90% dos pilotos iriam sentir o que ele sentiu. Não sejamos Hipócritas em dizer que não pode ter espaço para pilotos que ficam abalados na Formula 1. O Que aconteceu esse ano me faz ser contra a Red Bull ter 2 equipes ao mesmo tempo, Sou a favor ou da venda da Toro Rosso ou do fechamento do time. Se quer mostrar uma equipe filial? Monte na GP2 Series, Vai ajudar pra caramba a categoria de acesso a categoria principal do esporte a Motor. O Russo teve um bom momento quando no GP de Cingapura quando ele deu um toma no Verstappen dificultando ao máximo a ultrapassagem sobre o seu algoz que ficou com o carro dele na Red Bull.

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Para o ano que vem a situação da Toro Rosso vai ser melhor pois o STR12 vai ser o mesmo do RB13 construído pela Red Bull e com o motor Renault de 2017 pode ser que a temporada que vem seja a melhor temporada da história da Ex-Minardi.

Nota: 7

Números:
GPS: 42
Vitórias: 0
Poles: 0
Pódios: 0
Pontos: 63
Corridas completadas: 32
Corridas completadas na Zona de Pontuação: 16
Voltas lideradas: 0
Voltas mais Rápidas: 1
Número de Voltas Completadas: 2.162

Pilotos:

55. Carlos Sainz jr. (Espanha)
33. Max Verstappen (Holanda)
26. Daniil Kvyat (Rússia)

Enquete para a Equipe Toro Rosso

Texto: Deivison da Conceição da Silva
Fotos: Toro Rosso

Avaliação da Mclaren em 2016 – Deivison Conceição

Avaliação da Equipe:

De 2015 para 2016 foi um salto considerável da Mclaren com os motores Honda, Ainda assim um salto não satisfatório para a história que a equipe de Woking. Do 9ºlugar em 2015 a equipe inglesa que é a segunda equipe mais antiga do campeonato hoje subiu 3 posições no campeonato desse ano.

O MP4-31 se mostrou um bom carro com um motor fraco que é o motor Honda conseguiu dar trabalho. Principalmente Fernando Alonso que foi um dos melhores pilotos da temporada terminando o ano na 10ªposição do Campeonato Mundial a frente de Felipe Massa com 2 vezes um 5ºlugar como melhor resultado (Em Mônaco e nos Estados Unidos) extraindo até mais do que o carro poderia oferecer. O que não lembrou em nada seu começo da temporada aonde começou com um fortíssimo acidente no GP da Austrália que deixou o Espanhol de fora do GP do Barhein.

Stoffel Vandoorne substituiu o bicampeão mundial e mostrou seu talento levando a Mclaren a marcar o primeiro ponto na temporada. Jenson Button no ano de despedida da Formula 1 fez algumas boas apresentações sendo na Áustria seu melhor desempenho ficando em um inesperado 6ºlugar quando se esperava um desempenho fraco em um circuito de alta velocidade que é o calcanhar de Aquiles da parceria Mclaren-Honda.

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Com o novo regulamento para a Temporada de 2017 tendo Fernando Alonso e o jovem e talentoso Stoffel Vandoorne pode sim a equipe dar uma nova virada na sua história se recolocando na disputa do título que não acontece desde de 2012 quando a Mclaren acabou vencendo sua última corrida na Formula 1. Já 2017 será o primeiro ano sem Ron Dennis no comando da Mclaren o que é uma grande perda para a equipe que não contar mais com o Homem que ajudou a tornar o que foi a equipe principalmente nos anos 80 e 90.

Nota: 6

Números:
GPS: 42
Vitórias: 0
Poles: 0
Pódios: 0
Pontos: 76
Corridas completadas: 33
Corridas completadas na Zona de Pontuação: 17
Voltas lideradas: 0
Voltas mais Rápidas: 1
Número de Voltas Completadas: 2.215

Pilotos:

14. Fernando Alonso (Espanha)
22. Jenson Button (Inglaterra)
47. Stoffel Vandoorne (Bélgica)

Enquete para a Equipe Mclaren

Texto: Deivison da Conceição da Silva
Fotos: Mclaren