Corridas Históricas: GP da Austrália de 1988

Grid de Largada:

1 Ayrton Senna (McLaren/Honda) 1’17.748
2 Alain Prost (McLaren/Honda) 1’17.880
3 Nigel Mansell (Williams/Judd) 1’19.427
4 Gerhard Berger (Ferrari) 1’19.517
5 Nelson Piquet (Lotus/Honda) 1’19.535
6 Riccardo Patrese (Williams/Judd) 1’19.925
7 Derek Warwick (Arrows/Megatron) 1’20.086
8 Alessandro Nannini (Benetton/Ford) 1’20.182
9 Ivan Capelli (March/Judd) 1’20.459
10 Thierry Boutsen (Benetton/Ford) 1’20.486
11 Alex Caffi (Dallara/Ford) 1’20.781
12 Michele Alboreto (Ferrari) 1’20.844
13 Satoru Nakajima (Lotus/Honda) 1’20.852
14 Pierluigi Martini (Minardi/Ford) 1’21.133
15 Andrea de Cesaris (Rial/Ford) 1’21.164
16 Philippe Streiff (AGS/Ford) 1’21.262
17 Jonathan Palmer (Tyrrell/Ford) 1’21.307
18 Eddie Cheever (Arrows/Megatron) 1’21.393
19 Mauricio Gugelmin (March/Judd) 1’21.554
20 Stefano Modena (Euro Brun/Ford) 1’21.856
21 Luis Perez-Sala (Minardi/Ford) 1’21.893
22 Stefan Johansson (Ligier/Judd) 1’21.988
23 René Arnoux (Ligier/Judd) 1’22.028
24 Philippe Alliot (Lola/Ford) 1’22.211
25 Oscar Larrauri (Euro Brun/Ford) 1’22.213
26 Piercarlo Ghinzani (Zakspeed) 1’22.348

Não Se Classificaram para o GP da Austrália de 1988

27 Gabriele Tarquini (Coloni/Ford) 1’22.393
28 Julian Bailey (Tyrrell/Ford) 1’22.529
29 Pierre-Henri Raphanel (Lola/Ford) 1’22.733
30 Bernd Schneider (Zakspeed) 1’23.025
31 Nicola Larini (Osella) 1’28.440

Prost vence corrida de despedida dos motores Turbo na Formula 1

Em 13 de Novembro de 1988 a Formula 1 Encerrava uma época de 11 anos com o Motor Turbo, Adelaide seria o palco final onde os motores Turbo seriam descontinuados da categoria o que iria aproximar mais competidores para a temporada de 1989.

A prova de Fechamento da temporada fechava um ano de domínio total da Mclaren que estava em Busca da sua 15ªVitória na temporada de 1988, O MP4-4, Chassi que a Mclaren tinha, Mais os poderosos motores Honda V6 Turbo somados a incrível capacidade de Ayrton Senna e de Alain Prost transformaram a temporada de 1988 numa disputa mano a mano entre dois pilotos de uma única equipe, Seria comparado ao Domínio da Red Bull, só que nesse caso a Red Bull não tinha dois gênios na mesma equipe, coisa que a Mclaren tinha, dois dos melhores pilotos se não os 2 melhores pilotos daquele grid.

Senna e Prost faziam a primeira fila do Grid com o Brasileiro colocando 1 segundo e 6 décimos em cima de Nigel Mansell que com a Williams-Judd largava em 3ºlugar, Berger com a Ferrari, Nelson Piquet com a Lotus-Honda e Riccardo Patrese Fechavam os 6 primeiros colocados. Tarquini, Bailey, Pierre-Henri Raphanel, Schneider e Larini foram eliminados e não largariam para a corrida.

Na Volta de Apresentação, Stefano Modena com a EuroBrun que vinha em 20ºlugar acabou tendo problemas e saiu para a volta de apresentação atrasado, perdendo essa posição que ele tinha no Grid para largar do último lugar.

Na Largada que pulou melhor foi Prost que assumiu a liderança da corrida com Berger logo atrás e depois Mansell, Piquet e Patrese, Já para Alboreto a prova durou alguns metros, pois ele bateu na primeira volta de corrida e se encerrou a história dele com a Ferrari já que ele não iria continuar para 1989. Prost começava a abrir de Senna estava sendo ameaçado por Berger que era o único que poderia enfrentar de alguma forma os dois pilotos da Ferrari, Piquet conseguiu se livrar de Mansell e assumiu o 4ºlugar da corrida.

Berger na 3ªVolta começava a atacar de vez Ayrton Senna que já via Prost ficar distante na ponta da corrida, Berger foi para cima de Senna que não vendeu cara a posição, depois da Reta oposta ambos se tocaram e Berger se deu bem e assumiu o 2ºlugar e acabou sumindo da visão de Senna que estava com desempenho aquém do que se esperava de um piloto que acabava de ser Campeão Mundial numa corrida sensacional como foi a dele no Japão. Classificação após 3 Voltas completadas: 1. Prost (4:15.596), 2. Berger (a 5.557), 3. Senna (a 6.755), 4. Piquet (8.495), 5. Patrese (a 10.036), 6. Mansell (a 11.076).

Só que Berger vinha mais rápido que Prost, fazendo a volta mais rápida da corrida com 1:23.087 – Média de 163.780 Km/h (101.768 Mph), Algo que era inimaginável, Mas tinha algo explicável que eu irei falar para vocês no momento Certo da corrida do por que desse desempenho tão sensacional. Porém, Porque Senna estava andando tão abaixo do Rendimento?? Simples, ele acabou se machucando em uma modalidade muito perigosa chamada Futebol que fez ele machucar a mão, por isso Senna não estava botando pra quebrar como ele deveria fazer. Classificação após 5 Voltas completadas: 1. Prost (7:03.332), 2. Berger (a 4.169), 3. Senna (a 7.648), 4. Piquet (10.152), 5. Patrese (a 11.385), 6. Mansell (a 12.496), depois vinham Capelli, Nannini, Warwick e Caffi completando as 10 primeiras posições.

Prost continuava em primeiro mas já começava a ver Berger no Retrovisor que fazia de novo a melhor volta da corrida com 1:23.048 – média de 163.857 Km/h (101.816 mph) deixando a diferença para 3.585 Segundos. Volta mais rápida que ele baixou na volta seguinte para 1:22.656 passando dos 164 km/h.

Berger na 8ªVolta imprimia o ritmo mais forte e já vinha com uma volta de 1:22.012 Média de 165.927 Km/h – 103.102 Mph) impressionante o ritmo da Ferrari naquele momento de corrida, Ou acharam algo para ganhar da Mclaren ou o Carro estava com alguma coisa estranha demais. Berger em 4 voltas conseguiu baixar 1 segundo sua melhor volta de prova. Senna vinha bem atrás, Mas controlando bem a Piquet que vinha na Frente de Patrese e Mansell na Williams que já começava a Ficar para Capelli com a sua March-Judd, Tanto Patrese, Mansell e Capelli tinham motores aspirados.

Berger chegava mais e mais em Prost que só tinha 1.857 de diferença para Berger e do jeito que tava uma ultrapassagem seria questão de pouco tempo. Classificação após 10 voltas Completadas: 1. Prost (13:57.971), 2. Berger (a 1.857), 3. Senna (a 9.290), 4. Piquet (13.179), 5. Patrese (a 14.413), 6. Mansell (a 16.734).

Berger chegou em Prost definitivamente na volta 13 ao mesmo tempo que o Argentino Oscar Larrauri deixava a prova com problemas de Semi-Eixo da sua EuroBrun o que acabou fazendo com que o piloto Argentino Rodasse no começo da Reta Oposta, Berger chegou em cima de Prost e conseguiu a ultrapassagem na 14ªVolta assumindo a liderança da corrida, Prost ao contraio de Senna não lutou pela posição, deixou Berger ir embora, Como caracteriza o Francês, sempre sendo conservador só sendo rápido na hora certa.

Berger abria de Prost indicando um melhor ritmo de corrida, enquanto isso Boutsen rodava no mesmo ponto de Larrauri, Mas por sorte ele não bateu e não teve problemas em seu carro e pode continuar na volta, mesmo que perdendo algumas posições, para Streiff e para De Cesaris voltando em 13ºlugar. Classificação após 15 Voltas: 1. Berger (20:53.618), 2.Prost (a 1.350), 3. Senna (a 7.741) 4. Piquet (a 15.526), 5. Patrese (a 16.482), 6. Mansell (a 20.542).

Outro que deixava a corrida com problemas de Transmissão era Jonathan Palmer na 16ªVolta enquanto Piquet tentava manter o 4ºlugar em cima de Riccardo Patrese. Já Nannini também rodou no mesmo ponto de Larrauri e de Boutsen, dessa vez a perda foi bem maior de posições para o Italiano do que foi para o Belga Thierry Boutsen, Já Piquet conseguia se livrar um pouco de Patrese que tinha agora Mansell também por perto, Com Ghinzani carregando o lixo da Zakspeed os lideres começavam a passar os primeiros retardatários.

Senna começava a impor um ritmo mais forte de corrida e começava a tirar a vantagem sobre Prost que já tinha sido de 7 segundos já estaria em 4 segundos sobre Prost, não estaria descartada uma possibilidade de uma 9ªvitória do Brasileiro na Temporada, Mas na volta seguinte Prost aumentava em 2 décimos a diferença entre os dois para 4.5 segundos isso na volta 21 para a 22, Berger na volta 21 faria a melhor volta da prova com 1:21.900 – Média de 166.154 Km/h (103.243 mph), Alias a FOCA Longines estava testando um novo Gráfico de TV para a sua transmissão, Já Ghinzani rodava na pista, por sorte ele conseguiu voltar pois só encostou duas rodas na Grama ao invés da 4 que para uma Zakspeed era uma vitória.

Enquanto isso Piquet ficava segurando a Patrese e Mansell que vinham perseguindo ao Brasileiro desde do começo da corrida, Para a Williams e Lotus era uma corrida para marcar um bom resultado a ambos, pois ambas as equipes tiveram os seus piores anos depois de muito tempo no Topo, Fruto de carros mal nascidos, No Caso da Williams o motor pesou muito, Mas no Caso da Lotus de Piquet foi um erro Grosseiro de projeto que causou a demissão de Gerard Ducarouge com uma certa complacência de Piquet que não teve muita vontade de tentar mudar de Chassi ou de então tentar de alguma forma consertar o projeto mal nascido, Pois estava ganhando muito dinheiro para pagar o Iate que ele tinha comprado naquela Época. Classificação após 24 Voltas Completadas: 1. Berger (33:15.735), 2. Prost (a 3.046), 3. Senna (10.168), 4. Piquet (a 26.735), 5. Patrese (a 27.727), 6. Mansell (a 28.619).

Berger vinha na frente, Só que na 26ªVolta durante uma ultrapassagem sobre o Francês Rene Arnoux que sofria com o Terrível carro da Ligier-Judd e com a bagunça que era o time francês naquela época o Austríaco Berger bateu em Arnoux provocando o final de corrida a ambos. Uma pena pois o desempenho de Berger era espetacular na frente, Achei a ultrapassagem meia precipitada, Mas diziam que Berger largou na corrida com um combustível que seria só a metade do combustível que era necessário para terminar a corrida, Com isso justificaria o Espetacular desempenho da Ferrari, Caso isso não seja verdade a Ferrari poderia apontar uma segunda derrota do MP4-4, Mas sem Berger o Caminho para a 15ªVitória estava totalmente livre, Prost retomava a pronta da corrida com Senna em Segundo e Piquet em 3º.
Era bem temerário esse trabalho de fiscal de pista naquela época que tirava os carros quanto a corrida corria solta em alta velocidade sem a ideia do Safety Car entrar na pista. Classificação após 26 Voltas: 1. Prost (36:07.601), 2. Senna (a 4.691), 3. Piquet (a 23.254), 4. Patrese (a 25.090), 5.Mansell (25.498), 6. Capelli (a 38.699).

Prost agora tinha certa vantagem para Senna que tentaria buscar a Prost mesmo com a dor na mão que ele tinha, 4.544 era a diferença entre eles na 28ªVolta de prova, até aquele momento poucos carros tinham tomado volta o que era uma surpresa, mas para Ghinzani os problemas não terminavam, pela segunda vez na prova o experiente Italiano que pegou quase todos os anos carroças, Mas conseguiu voltar a corrida certamente em último lugar que era o 21ªposição.

Piquet continuava resistindo em 3ºlugar com Patrese e Mansell na cola sempre e sem deixar o Brasileiro da Lotus respirar, Enquanto Capelli fazia bela corrida com a March na 6ªposição. E lá na Frente Prost continuava na ponta inabalável e impondo seu ritmo de prova e colocando 6.313 segundos em cima de Senna que não conseguia se aproximar de Prost até aquele momento de prova. Prost já colocaria volta em uma Benetton e uma Arrows naquela altura da corrida, tanto Nannini como Cheever deixaram Prost passar sem problemas, Caffi que vinha em uma corrida muito boa abandonava a corrida por causa da Embreagem da Dallara 36 que completava o primeiro ano dela na Formula 1 sem sucesso grande na 33ªvolta de prova.

Mansell tentava passar de todo o jeito a Patrese na luta pelo 4ºlugar, por duas vezes na mesma volta Mansell se segurou para não bater em Patrese, não poderia se jogar 5 pontos para a Williams que teve um ano tão difícil em 88 e já estava pensando em 89 com os novos motores Renault que iriam voltar a categoria com a equipe Inglesa, Já Piquet continuava a manter um pouco de diferença sobre ambos os pilotos da Williams, a prova já começava a chegar na sua metade de prova, e nem sinal de que alguém iria para uma parada nos boxes.
Em 35 voltas a prova era pouco emotiva e pouco disputada como foi por grande parte da temporada de 1988.

Na 38ªVolta Prost coloca o tempo para baixo e marca 1:21.767 fazendo a melhor volta da corrida, Média de 166.424 km/h (103.411 Mph), o que representaria que os pneus ainda tinham um desempenho aceitável para que os pilotos pudessem fazer boas voltas, ou seja uma parada nos boxes poderia não acontecer.

Chegávamos quase na metade da corrida e Prost já estava com a Corrida praticamente sob-controle sobre Senna que tinha por volta de 8 a 9 segundos atrás de Prost, Mas na volta 39 Senna deu o troco e fez a melhor volta da prova com 1:21.669 – Média de 166.626 km/h (106.537 Mph), Faltava ainda um pouco de tempo para a média chegar a 170 km/h de média.

Classificação após 40 voltas de prova: 1. Prost (55:22.414), 2.Senna (a 6.968), 3. Piquet (a 37.589), 4. Patrese (a 38.776), 5. Mansell (a 41.066), 6. Capelli (a 56.787). Pintava o sol em Adelaide, em uma corrida que começou com tempo fechado tínhamos sol para alegrar uma corrida que estava chata demais. Prost Voltava a estabelecer a melhor volta da corrida com 1:21.618 – Média de 166.727 Km/h (103.6 Mph) na 42ªVolta. Os pneus continuavam a aguenta a corrida, Não podemos dizer o mesmo do Motor Ford DFZ de Luiz Perez Sala que acabou deixando o piloto da Minardi na mão e deixando a corrida com 19 pilotos com 38 Voltas para o final, A única Briga mesmo por posição era entre Piquet e Patrese pelo 3ºlugar da prova que fechava a temporada de 88.

Já De Cesaris fazia uma linda manobra sobre Capelli e tomava o 6ºlugar do piloto da March, De Cesaris com o Bom carro da Rial tinham um adversário que era mais difícil do que ter o desempenho bom do carro que era a capacidade do Tanque de combustível que era insuficiente para terminar boa parte das corrida o que impossibilitou a Rial de marcar mais pontos no campeonato, Já Nakajima foi para os boxes trocar os pneus, só que na volta seguinte um acidente envolvendo o Japonês e o Brasileiro Maurício Gugelmin com a March número 15 acabaria por tirar ambos da prova.

Alain Prost na volta 47 baixava a melhor volta da prova para 1:21.559 – média de 166.849 Km/h (103.675 Mph) Apesar de Nakajima ter batido em Gugelmin eu não ponho a maior culpa nele não, A Minardi rodou na frente de Gugelmin que diminuiu para não se envolver em acidente, Não deu tempo para Nakajima fazer isso, Mesmo assim o Japonês tentou desviar, Mas já estava muito em cima e o Choque foi inevitável. Piquet continuava na sua luta contra as Williams na luta pelo pódio em 3ºlugar, algo que Piquet estava a 13 corridas sem conseguir no ano de 1988, desde da prova de San Marino aonde foi seu último pódio é que não pintava Piquet entre os 3 primeiros colocados. Classificação após 49 Voltas: 1.Prost (1:07:40.622), 2. Senna (a 10.502), 3. Piquet (a 46.500), 4. Patrese (a 47.886) 5. Mansell (a 48.327), 6. De Cesaris (a 1:03.961)

A 32 Voltas para o final a briga da corrida era entre os dois pilotos da Williams pelo 4ºlugar, Mansell estava disposto a tomar o 4ºlugar de Patrese que queria se manter na frente de Mansell que se despedia da Williams após 4 anos no time Inglês, pois ele iria correr na Ferrari na próxima temporada, Piquet se mantinha na frente por que negociava bem as ultrapassagens com os retardatários. Mansell tentava, fazia tentativas, Mas Mansell conseguiu ganhar a posição de Patrese após ele Rodar, por sorte ele continuou na corrida perdendo só a posição de Mansell e voltando em 5º, Agora era o inglês que iria ter a missão de partir para cima de Piquet. Cheever e Warwick tiveram problemas em seu motor e ambos deixaram a corrida, Cheever na volta 51 e Warwick na volta 52.

Prost estava na ponta desde do começo da prova com 10 segundos de vantagem para Senna que tinha grande Vantagem sobre Piquet que agora tinha que segurar a Mansell que vinha a apenas 885 milésimos sobre o Brasileiro, Apesar de Piquet ter o motor e o Talento dele, Mansell poderia levar essa posição do Brasileiro.

A Prova chegava as 20 Voltas finais, tudo poderia acontecer, Mas a corrida sem muitas disputas só havendo a luta de Piquet e de Mansell pelo pódio, A chance de mudança de posições era por quebras ou falhas humanas, fora isso seria surpresa ganhar posição na pista.
Na 57ªVolta Prost estabelece mais uma melhor volta da corrida com 1:21.379 – Média de 167.218 km/h (103.904 mph), Prost colocava 1 volta em Capelli que estava em 7ºlugar deixando somente os 6 primeiros colocados na mesma volta do Líder. Mansell partia para cima de Piquet de forma definitiva para conquistar o pódio, e parecia ter mais carro o Leão do que Piquet com a Lotus, Mas o Brasileiro tinha a vantagem do Motor que acabava por salvar a 3ªposição dele. Classificação após 59 Voltas: 1. Prost (1:21:21.162), 2. Senna (a 13.781), 3.Piquet (a 54.240), 4. Mansell (55.229), 5. Patrese (a 1:08.819), 6. De Cesaris (a 1:15.154).

Prost já estava por colocar 1 volta em cima de De Cesaris com a Sua Rial em 6ºlugar, Já Ghinzani continuava com o seu inferno com a Patética Zakspeed que disputava pau a pau com a Ligier como a pior equipe do ano. Capelli iria para uma parada nos boxes para uma tentativa de tentar recuperar um lugar na zona de pontuação, Mas a parada foi bem ruim com 12.77 e a saída dele dos boxes foi meio lenta, parecia que as chances dele conseguir isso estavam aniquiladas.

Phillipe Alliot foi com muito pote para cima de todo mundo e acabou indo por cima da Zebra danificando seu carro que já não é lá essas coisas dai ele vai isso, e ai, complica de vez. Já para , Nannini uma Rodada terminava a sua corrida por ai mesmo na volta 64. Na mesma volta 64 Stefano Modena tem o mesmo problema de Larrauri e acabou deixando a corrida. Duas voltas depois Mansell acabou por bater no muro e dessa forma deixar a Williams depois de 4 anos de convivência sem um bom resultado que se esperava por lá. O que deixou Piquet garantido em 3º, Patrese em 4º, De Cesaris com um 5ºlugar com a Rial e Thierry Boutsen que apesar de discreto estava conseguindo marcar 1 ponto para a Benetton. Classificação após 67 Voltas: 1. Prost (1:32.18.886), 2. Senna (a 30.468), 3. Piquet (a 54.420), 4. Patrese (a 1:15.152), 5. De Cesaris (a 1 Volta) 6. Boutsen (a 1 Volta).

Com a corrida por terminar Prost já não tinha como perder a corrida, estava na cara que o Francês tinha um melhor desempenho que Senna que já buscava ficar com o segundo lugar, Piquet começava a tirar a diferença que tinha entre ele e Senna, enquanto Patrese em 4º não queria tomar volta e De Cesaris e Boutsen completavam as 6 primeiras posições. Só que Boutsen estava tirando a diferença para De Cesaris e tentaria brigar pelo 5ºlugar na prova que se via vazia de emoção para as voltas finais, com quase tudo já definido.
Para Ghinzani o Martilho acabaria para ele na volta 70 quando a Porcaria da Injeção do seu carro quebraria deixando o italiano na Mão, terminando mais um ano de frustações da Zakspeed e mais um ano sem sucesso de Ghinzani na Formula 1.

Restando 8 voltas para o Final Prost caminhava sossegado para a 7ªVitória do ano enquanto Boutsen estava indo para cima de De Cesaris para lutar pelo 5ºlugar com o piloto Italiano que fazia grande papel na corrida, Boutsen teria tempo para passar o piloto da Rial e assumir o 5ºlugar, Mas isso não seria tão fácil assim como se imaginava pois a Rial tinha um bom carro nas mãos. Classificação após 77 Voltas completadas: 1. Prost (1:46:10.717), 2. Senna (a 32.629), 3. Piquet (a 53.148), 4. Patrese (a 1:16.699), 5. De Cesaris (a 1 Volta), 6. Boutsen (a 1 Volta).

Phillipe Streiff com problemas Elétricos deixaria a prova, Assim como o Martilho do Ghinzani tinha acabado com a sua injeção pedindo jogando a toalha de vez. E Infelizmente a 5 Voltas do final a Rial mais uma vez é derrotada pelo seu maior adversário em 1988, a Falta de um tanque que aguentasse a corrida inteira, Com Pane Seca De Cesaris deixava a corrida após belíssima corrida, Aliás o Italiano fez seu melhor ano ou o segundo melhor ano na Formula 1 em 88. Outros dois pilotos ficaram na pane seca nas voltas finais, foram Phillipe Alliot e Stefan Johansson que ficaram sem combustível antes do Final da corrida. Isso possibilitou a Boutsen subir para o 5ºlugar e para Capelli chegar em 6ºlugar e ainda a Martini conseguir a 7ªposição.

Patrese rodou e deixou Piquet com o pódio (O último da Lotus até o Pódio de Raikkonen e de Grosjean no Barhein em 2012), nem preciso dizer quais os dois primeiros colocados e suas equipes, Os dois Mclarens sendo que Prost de ponta a ponta conquistou sua 7ªVitória na Temporada e a 15ªVitória da Mclaren de 16 corridas em 1988, um Recorde jamais alcançado na história da Formula 1 até hoje, O MP4-4 era um carro que ficava na história do Automobilismo mundial como uma das obras-primas da história.

A Formula 1 se despedia da Era do Motor Turbo onde no ano de 1989 até o final de 2013 foram usados motores aspirados. Os Turbos voltam a Formula 1 após 26 anos de Ausência e Prost que foi o último vencedor com os motores turbo até hoje deve passar o Bastão para o vencedor do GP da Austrália de 2014, Curiosamente no país que sediou a última prova com motores Turbo da Formula 1. Espero que a FIA faça menção a esse momento e lembre relevante mente de alguma forma esse acontecimento.

Resultado Final do GP da Austrália de 1988

Fotos:

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Fonte das Fotos: Bestlap, Formel1mic

Texto: Deivison da Conceição da Silva

Especial – Automobiles Gonfaronnaises Sportives (AGS)

1986

Em 1986 a AGS surgiu na Formula 1 após uma Razoável trajetória na Formula 2 e na Formula 3000, Com o seu primeiro carro feito para correr na Formula 1. O JH21, Mas que causou curiosidade da imprensa e da Formula 1 por ser um carro feito em sua boa parte em Madeira. A Estrutura da Equipe era bastante modesta, em um fundo de Garagem e o Carro foi feito artesanalmente. Ele correria na Itália e em Portugal com os Motores Motori Moderni e seu piloto seria o Italiano Ivan Capelli.

No GP da Itália Capelli classificou em 25º no Treino de Classificação, Na Corrida ele acabou abandonando por problemas de Pneus na Volta de número 31 por causa de um furo de Pneu. Em Portugal novamente classificou em 25º no Grid de largada, Mas problemas de transmissão fizeram Capelli deixar a corrida com apenas 6 voltas disputadas, por causa da Falta de dinheiro para levar seus equipamentos para México e Austrália, A Automobiles Gonfaronnaises Sportives (AGS) decide não correr as corridas finais e de dedicar seus esforços para a temporada de 1987.

Semanas antes da Estreia do AGS na Formula 1 Didier Pironi Fez testes pelo time Francês, mas não pode correr, Pironi Sentiu que não tinha mais ritmo para ser piloto de Formula 1.

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Temporada de 1987

Em 1987 o Time iria finalmente começar sua primeira temporada completa de Formula 1, Com a proibição dos motores Turbo a partir da Temporada de 1989, a AGS trocou os fraquíssimos motores Motori Moderni pelos Simples e Funcionais motores Ford DFZ, O piloto seria o Desconhecido Francês Pascal Fabre que teve alguns resultados na Formula 3000.

O Campeonato começa e pelo que se viu o JH22 que era na Verdade o Renault RE40 de 1983 não era páreo aos seus concorrentes mais diretos. (Minardi e Osella). Mas conseguia ser um carro bastante confiável. Completando todas as 7 primeiras corridas do ano, Mas sempre com várias voltas atrás do Vencedor, mesmo sendo competente para levar o carro até o Final das corridas, Fabri ela muito Lento. Muito lento mesmo, Tanto é que na Segunda metade de temporada a Osella inscreveu um carro e a Coloni inscreveu um carro a AGS não conseguiu Classificação para Três corridas (Itália,Portugal e México).

Depois disso a AGS dispensou Fabre e Colocou em seu lugar o Brasileiro Roberto Pupo Moreno que fez as duas corridas finais (Japão e Austrália) E ficou bem claro que Moreno era muito mais Rápido que Fabre Tanto é que Moreno no GP da Austrália fez uma brilhante corrida Chegando em 7ºlugar, a 3 Voltas do Vencedor, Só que a equipe comemoraria mais ainda esse Resultado pois Senna foi Desclassificado, o seu carro tinha equipamentos fora do Regulamento, isso fez que Moreno ficasse em 6ºlugar marcando o primeiro ponto do time na Formula 1, com isso a AGS fechava o ano em 11ºlugar junto com March e Ligier. Com isso a AGS teria privilégios com o Transporte de seus carros para 88, E chegariam patrocinadores para a próxima temporada por causa desse resultado.

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Temporada de 1988

Com o ponto conseguido por Moreno na temporada de 1987 a AGS teve mais dinheiro para a temporada de 1988, tudo indicava que Moreno seria o piloto da AGS para 1988, mas acabou que Streiff, saído da Tyrrell e com alguns patrocinadores acabou tomando a Vaga de Roberto Moreno, que mais uma vez colocava só um carro na pista. O novo carro da AGS o JH23 com o Motor Ford Cosworth DFZ aspirado tinha a missão de melhorar o desempenho do ano de 87, ou seja, somar mais pontos.

De fato a Temporada da AGS foi muito boa mesmo, seu carro era muito bom para os padrões do time Francês, prova isso que ela classificou para todas as corridas da temporada de 1988, Destacando-se em Mônaco onde ele teve o 12ºlugar no Grid de largada, 10º no Canadá e 11º nos Estados Unidos. Mas o Carro quando começava a a chegar perto dos pontos, a AGS de Streiff terminou apenas 6 corridas, a melhor delas foi em Suzuka fazendo um 8ºlugar e o 9ºlugar em Estoril. Mas os pontos que o time tanto almejava não vieram e a AGS terminou o ano no 0 de novo, uma pena, pois o carro tinha sim potencial para pontuar sim em 1988. As esperanças do time estavam voltadas para 1989.

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Temporada de 1989

Em 1989 o time queria ter o carro e o desempenho de 88, mas queria esquecer os decepcionantes resultados que teve em 88, para isso a equipe mantém o chassi JH23 que para o time ainda tinha um bom potencial de corrida para ser tirado dele e a novidade foi a proibição dos motores turbo que deixaria a distância entre as equipes que tiveram motores turbo aos aspirados menor. isso dava esperança de mais pontos para a AGS no ano de 1989 e também pela primeira vez desde da criação do time eles teriam dois carros no campeonato como todos os times (Com Exceção da Eurobrun) do campeonato.

Os pilotos seriam Phillipe Streiff e o Alemão Joachim Winkelhock, Seriam por que Phillipe Streiff sofreu um gravíssimo acidente que o deixou paralítico. Com isso em Jacarepaguá o time tentou classificação só com Winkelhock, que fracassou nessa tentativa, Agora era que a AGS tinha que tentar substituir Streiff, mas encontrar um piloto a altura de Streiff pelo menos. Eles acharam, Era Gabriele Tarquini que iria correr pela First, mas por causa da First ter sido reprovado pelo Crash Test da FIA e com isso ele ficaria a pé, mas a partir de Imola ele teria a missão de levar a AGS na Frente, e logo em sua primeira corrida na Frente da AGS ele classifica o carro na 18ªPosição, e termina a corrida numa ótima 7ªPosição, a melhor posição da equipe desde do GP da Austrália de 1987.

Em Mônaco as coisas seriam melhores, Tarquini classificou em 13ºlugar no Grid de largada, E Tarquini vinha numa excelente 5ªPosição na corrida e podendo ser o 4ºcolocado até que seria um desempenho espetacular para a AGS, mas um problema elétrico na volta 46 acaba com aquela que poderia ser a melhor corrida da AGS em toda a sua história.

Mas a AGS na corrida seguinte conseguiu o que tanto procurava, marcou um ponto com Tarquini no GP do México, após uma 17ªposição no Grid de largada. A AGS com o 6ºlugar de Tarquini conseguia seu segundo ponto na temporada e tinha esperanças de continuar a disputar as classificações e não ser rebaixada para a pré-classificação. Em Phoenix Gabriele Tarquini se classificou em 23º e chegou perto de pontuar de novo e ficou em 7ºlugar, O time teve mais duas classificações, No Canadá e na França, mas Tarquini não terminou nenhuma das duas corridas.

A AGS já via que o JH23 estava ficando ultrapassado e, portanto o time Resolveu colocar o JH24 na pista no GP da Inglaterra, Também o time trocou um dos seus pilotos. Winkelhock que se quer classificou para uma qualificação cedeu seu lugar para o Francês Yannick Dalmas que estava na Lola. Com Dalmas e o novo carro a AGS deveria ter dado um salto de qualidade, Mas o que se viu que nem sempre um novo carro era sinônimo de melhora, pelo contraio o Time teve seu desempenho piorado, e Tanto Tarquini, tanto Dalmas ficaram batalhando feito loucos, Mas nem isso fez com que a AGS passasse nem da Pré-Classificação que a AGS tinha caído devido ao seu desempenho não ter sido suficiente para não rebaixar ela o Pré-Qualify.

E isso piorou a situação do Time que não correu mais nenhuma corrida da temporada. Se serve de consolo a AGS terminou em 16ºlugar com 1 ponto marcado e com uma lição, em time que se ganha, não se mexe, e em carro que dava certo também. O time, uma das peças estava errada e o time fez certo em Trocar, mas o carro a AGS deve se arrepender até hoje de ter feito o JH24, um carro que era pra ser esquecido.

A AGS no final de 1989 o time testou os motores MGN W12, criação de Guy Negre, na pista de Grand Sambuc, o motor se mostrou tão bom que a AGS preferiu ficar com os Ford Cosworth DFR para 1990.

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Temporada de 1990

Depois de 1989 a AGS perdeu muitos patrocinadores e estava em crise financeira, mas mesmo assim continuava na Luta para a temporada de 1990, pra isso manteve a dupla de pilotos: Gabriele Tarquini e Yannick Dalmas, e faz um novo chassi, o JH25 projetado por Michel Costa e mantém os simples e convencionais motores Ford DFR V8, esse seria o conjunto que a AGS confiava para que o time melhorasse e que não fizesse o fiasco da segunda metade de 1989.

Mas começou a temporada já com uma dupla não classificação nos Estados Unidos, No Brasil Dalmas conseguiu largar, em 26ºlugar, mas abandonou a corrida na volta 26, com problemas de suspensão. A partir dai o time fica quatro corridas ainda na pré-qualificação com os dois carros, só conseguindo passar de novo para o Grid de novo em Paul Ricard, na França, com Yannick Dalmas, em 26º lugar, Dalmas conseguiu terminar em 17ºlugar á 5 Voltas do Vencedor.

Tarquini classificaria o carro em Silverstone na 26ªposição no grid de largada, Não completando com problemas de motor na volta 41.

Na segunda parte da temporada a AGS teve uma pequena melhora, isso se deve a Saída da Onxy que brigava pau a pau com a AGS para ver quem poderia largar para as corridas. já que Coloni, EuroBrun e Life eram desprezíveis para o nível da formula 1. Se a AGS pelo menos teve um alento de ter pontuado em 1989, em 1990 nem isso, O time ainda sim classificava com apenas um carro por grid e por vezes não conseguia isso com nenhum dos dois carros. Em Jerez o time conseguiu classificar com 2 carros, Tarquini em 22ºlugar e Dalmas em 23º, e acabaria sendo essa a melhor corrida da AGS no ano, Dalmas completaria a corrida chegando numa respeitada 9ªposição a apenas uma volta do Vencedor.

Mas o ano termina com apenas Nove corridas feitas em 31 corridas em que ela participou e seu melhor resultado foi com o Dalmas na Espanha em 9ºlugar. A AGS não marcou nenhum ponto se quer e isso complicou ainda mais as condições financeiras que já eram delicadas ficaram piores com esse retumbante fracasso.

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Temporada de 1991

A AGS já em crise financeira muito grave iria para 1991 tentando se reencontrar aos bons momentos de 1988 e parte de 1989, para isso mantém Gabriele Tarquini, E contrata Stefan Johansson para ser o Segundo piloto. Mas o time mantém seu motor Ford DFR V8 e mantem o JH25 mais por falta de dinheiro para fazer um novo Chassi.

Na primeira corrida do Ano em Phoenix Tarquini conseguiu colocar o carro no Grid, largando em 22ºlugar e chegando numa respeitável 8ªPosição, a 4 voltas do Vencedor da corrida. No GP do Brasil Tarquini consegue de novo passar para o Grid, na 26ªPosição, infelizmente para a AGS o carro tem problemas na suspensão e nem completou a primeira volta.

Apesar de Johansson não passar do Grid em nenhuma das vezes a AGS estava otimista, mas em busca de melhores resultados, o time demite Johansson e contrata o italiano Fabrizio Barbazza que vem com algum dinheiro também, por que o time estava com problemas financeiros. Apesar da Não classificação para o GP de San Marino, a AGS consegue classificação com o Tarquini de novo para Mônaco, largando em 20ºlugar, tentaria os pontos que escaparam das mãos dele em 1989. Mas esse sonho acabou em 9 voltas, o Câmbio traiu o piloto Italiano que deixou a corrida. Mas a AGS mal sabia que essa seria a última vez que eles teriam a chance de correr na corrida. Pois as outras corridas tanto Tarquini, tanto Barbazza não conseguem se classificar para o Grid.

Depois de Silverstone, o time cai para o Pre-qualify e dai ficou impossível a classificação para a corrida. A AGS num Desespero final Lança o JH27 a partir do GP da Itália: O resultado foi que o carro não era muito melhor que o seu antecessor, e continuavam os pilotos não se classificando. Depois do GP de Portugal, Tarquini acaba saindo da AGS para ir a Fondmetal, um time que vinha melhor das pernas do que a AGS, para seu substituto o time contrata o recém demitido da Fondmetal, Olivier Grouillard, Mas nada disso mudou. A AGS não participa das últimas corridas da Temporada e termina a sua trajetória na formula 1 com um Histórico pouco respeitado na Formula 1, Mas teve alguns momentos dignos.

Fotos:







Hoje a AGS é uma escola de Cursos de pilotagem para várias categorias e para vários níveis de pilotagem. http://www.agsformule1.com

Estatísticas da AGS

Corridas: 124 (Largou em 47 Gps)
Pontos: 2
Melhor posição de Grid de largada: Phillipe Streiff (Canadá) 10º
Melhor Posição de corrida: 6ºlugar (Austrália – 1987 e México de 1989) Com Roberto Moreno e Gabriele Tarquini.
Melhor Classificação do Campeonato: 11ºlugar em 1987

Pilotos que correram no time:

Ivan Capelli (Itália)
Pascal Fabre (França)
Roberto Pupo Moreno (Brasil)
Philippe Streiff (França)
Gabriele Tarquini (Itália)
Joachim Winkelhock (Alemanha)
Yannick Dalmas (França)
Olivier Grouillard (França)
Stefan Johansson (Suécia)
Fabrizio Barbazza (Itália)

Fotos:

curso_1 curso_2Fonte das Fotos: Continental Circus, Bandeira Verde, Flickr, Bestlap, Formel1mic

Texto: Deivison da Conceição Da Silva